4/eNHo3nrWiAQmqsMavrUtkjbWw5hehohewMMvbT625jQ.srfgwVWEORcfaDn_6y0ZQNiqObxMmQI

Consultoria Estratégica & Outsourcing

CEO Grupo Consultoria

agosto 13, 2016

NÃO DESISTA!

NÃO DESISTA!
Muita gente tem acompanhado meu trabalho pelas redes sociais e sempre reservo um tempo pra bater um papo com aqueles que me procuram, seja inbox, email, pessoalmente etc. Faço com muito prazer.

Quem me acompanha desde 2009, sabe da minha saga para conseguir minha primeira graduação, depois o MBA, muito em breve o Mestrado além dos infinitos cursos de extensão que procurei fazer neste mesmo período de tempo.
São noites mal dormidas, aproveitando até o tempo que estou no banheiro (risos), mas me preparando para qualquer momento que pudesse enfrentar, inclusive no momento de instabilidade política/econômica como nosso país tem vivido.

Hoje me considero um tipo “O PAI DO CRIS” (risos); mas muita gente me pergunta como arrumar um emprego, ou como encontrar oportunidades numa crise dessas. Planeje! Persista!

Me orgulho muito por estar contribuindo significamente para o avanço da Engenharia em Sergipe. Foram mais de 250 pessoas treinadas (250 certificados emitidos), 04 palestras (01 por realizar), 04 minicursos (01 por realizar), 04 faculdades percorridas entre palestras, minicursos e cursos.

Não ficou por aí, recebi uma indicação para fazer parte como professor em uma faculdade do estado, outra indicação para treinar uma empresa (Diretoria e Funcionários) no sul da Bahia, e nesta sexta dia 13.08, assinei o contrato para ser professor em um dos maiores grupos educacionais do País. São meus primeiros passos, mas bastante significativos.

Pra você que conseguiu ler até aqui, em primeiro lugar #ForaTemer; em segundo muito obrigado por mim apoiar, mesmo que apenas dando uma curtida em meus posts de trabalho (quase não posto mais sobre família etc no Face, mas me siga no Instagram que lá posto tudo, até cozinhando), mas quero te encorajar e lembrá-lo que tenho apenas 2 anos de graduado. Dá pra realizar muito quando se tem vontade e coragem. Um não anda sem o outro.

Quero te encorajar ainda a lutar pelos seus ideais, a manter a fé, a não se entregar, e quando falhar (devo ter falhado umas 50 vezes nestes últimos anos) não desista. Persistir ajuda no aperfeiçoamento. Aquele que cansa de lutar, não sabe como se preparar orgulhosamente para próxima batalha.

maio 8, 2015

Gestão da Inovação: Por que Inovar?

Você percebeu o novo cenário e “inovador” do Jornal Nacional, da Rede Globo de Televisão?

Você sabe o que é Inovação? Ou melhor, você inova nos meios onde está inserido? Pra que serve a inovação afinal?

Se você tem uma empresa ou negócio e não sabe responder a uma dessas perguntas, PARE agora o que está fazendo e preste atenção: Sua empresa corre o risco de entrar na estatística das que quebram porque não inovam.

Vamos entender alguns conceitos primeiro.

 

Existe três termos que precisamos ter em mente: DESCOBERTA, INVENÇÃO E INOVAÇÃO:

Fonte: Ilustradores.ning.com

Fonte: Ilustradores.ning.com

Descoberta, segundo o Professor da Politécnica da USP Mario Sérgio Salerno, é quando alguém descobre algo que antes estava encoberto. Ele citou um exemplo muito conhecido por nós brasileiros, quando Pedro ALvares Cabral “descobriu” o Brasil. Ele cita ainda quando há uma descoberta científica, precisa ser validada por outros cientistas. Podemos citar por exemplo as recentes descobertas de petróleo nas águas profundas sergipanas a profundidades do pré-sal.

Fonte: Joanisval.com

Fonte: Joanisval.com

Invenção já parte de um construto, um protótipo, diz Salerno. A exemplo os protótipos e depois modelos criados por Santos Dumont, como o 14 Bis e o relógio. Apesar de ser um excelente inventor, o Santos Dumont não comercializou suas invenções, não traduziu suas invenções em negócio, em dinheiro, pontua Salerno.

Fonte: hypescience.com

Fonte: hypescience.com

 

Daí vem do conceito de Inovação. Segundo Salerno, traduzir sua invenção em negócio, comercializar, receber dinheiro por ela, de algo novo, ou que as pessoas acreditam ser novo, isso é Inovação. Ele ainda afirma que para estar no mercado, o agente básico da Inovação é a empresa. Podemos exemplificar isso como a Rede Globo de televisão resolveu apresentar seu “jurássico” (mas não ultrapassado) telejornal, Jornal Nacional. Apesar de continuar sendo líderes de audiência em seu horário por anos, eles certamente perceberam que era importante inovar, criar algo novo (ou não), mas que trouxesse esse novo público, com exigências diferentes, para mais próximo, tornar mais intimista. e por isso deveria inovar, e eles validaram isso com a sociedade “comprando” esse novo conceito, aceitando e mantendo – ou melhorando – a audiência.

Onde isso impacta em nossos negócios? Em todo o processo. Muitas empresas enormes, financeiramente falando, no passado deixaram de existir pelo simples fato de não inovarem. Outras, como a Aplle e Microsoft, saíram de suas garagens para tornarem-se gigantes de faturamento pelo simples fato de inovação.

Fonte: oglobo.globo.com

Fonte: oglobo.globo.com

Se sua invenção trouxe mudanças em seus negócios, certamente você inovou. E isso muitas vezes traz retornos financeiros fantásticos. Por exemplo a Burguer King. Ela foi totalmente inovadora ao criar em seu processo de venda a liberação por 30 minutos de refrigerante ‘grátis’ para seus clientes. a rede social Whatsapp por exemplo, inovou quando através de um protótipo já existente de comunicação, adaptou e comercializou – também de forma inovadora, ao cobrar tarifas anuais – e hoje possui um público ativo acima de 700 milhões.

Então, qual inovação sua empresa está pensando?

abril 7, 2015

Giro de Estoque

Giro de Estoque

 

Então, vamos colocar esse estoque para girar? Apesar da contabilidade ficar responsável em calcular o giro para efeito do balanço, é prudente, tratando-se em Gestão de estoques que o gestor saiba calcular para evitar possíveis excessos.

Especialistas afirmam que um dos erros mais comuns é que o giro é calculado erroneamente e traz uma real sensação de giro maior do que realmente acontece, e isso é um erro perigoso.

 

ATIVOS CIRCULANTES

Identificar os ativos circulantes, que são aqueles que serão transformados em dinheiro nos próximos 12 meses, é uma estratégia inteligente, visto que tudo que interessa é renovar, e portanto DINHEIRO interessa, ESTOQUE interessa e CRÉDITOS A RECEBER interessam.

Ciclo Operacional

Ciclo Operacional

 

Cálculo do Estoque

 

Existem duas formas para calcular o estoque:

 

  1. Custo – O valor pago pelos itens que fazem parte desse estoque;
  2. Valor Líquido realizável – Soma dos valores que foram vendidos os estoques, livre das despesas.

 

 

O que não se pode deixar de entender é que o giro ele é referenciado no tempo, e portanto é um conjunto de fatos que tem:

 

  1. Um valor no INÍCIO;
  2. Um valor do PERÍODO girado;
  3. Um valor no FIM do período.

Outro detalhe importante é que há vários tipos de giro, podendo ser de PRODUTO, MATERIAIS E MERCADORIAS.

 

Por exemplo, no COMÉRCIO pode-se calcular > COMÉRCIO =    custo das mercadorias vendidas/Média dos inventários de Mercadorias

 

Já na indústria > INDÚSTRIA = custo das matérias aplicadas/média dos inventários de matérias


 

Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap04

março 16, 2015

Estoque de segurança

Agora que sabemos que parar uma mercadoria na prateleira do estoque pode-se causar grandes custos, vale a pena considerar o contrário: A falta que este produto fará para minha empresa quando faltar. Mas, como fazer então para nem deixar muito produto parado, esperando alguém comprar, ou, ter estoques suficientes para evitar faltas e conseguentemente futuras perdas de faturamento.

E aí que entra a previsão de demandas e todas as incertezas que a acompanham, mas que servem de base para termos um estoque de segurança para futuras falhas no processo de abastecimento, independente de quem seja a culpa pela falha, porém, é importante mensurar os níveis de incerteza no processo logístico:

  1. Quais são os problemas para avaliar e montar um estoque de segurança?
  2. É usada alguma técnica ou método para mensurar como obter um estoque de segurança?
  3. A empresa considera quais são as incertezas ao dimensionar o estoque de segurança?

Incerteza versus Estoque de Segurança:

Muitas vezes o estoque sofre variação falta/sobra pela incerteza no abastecimento. Pode ter sido pelo falha na previsão de demanda ou até mesmo porque o fornecedor por algum motivo atrasou um de seus pedidos, aí, a maioria das empresas resolve antecipar seus pedidos e uma avalanche de notas de abastecimentos chegam ao mesmo tempo, amontoando os estoques, gerando custos.

Para se ter ùm maior controle dos custos de estoque e entender melhor as políticas de abastecimento, é importante mapear todo o processo logístico, desde quando o cliente solicita, passando pela produção e entrega, desde modo os kpis serão definidos de forma adequada.

Previsão de incertezas da Demanda

Não podemos nos enganar: É inevitável a diferença que haverá entre previsão e o que realmente será necessário. O que precisamos encontrar é o meio de minimizar essa diferença, de modo que os custos sejam menores e as sobras/faltas também. Uma forma de calcular essa incerteza é através da do indicador de razão da previsão (RP), onde resultados menor que 1, mostra que a demanda é menor que a previsão e, valores maiores que 1 , mostra que a demanda foi maior que a previsão.

Com essas análises a longo prazo, podemos ter mais acertividade ao prever uma nova demanda e contrabalancear um estoque de segurança.

RP

 Incerteza do Lead Time

Fonte: Cleintonlog.blogspot.com

Fonte: Cleintonlog.blogspot.com

Há vários fatores que podem justificar a falta ou atraso nos ressuprimentos, mas sinalizaremos três:

  • Quebra de máquinas
  • Greve nos setores de transportes
  • Falta de estoques no fornecedor

O ideal é avaliar com que frequência isso acontece para que os parâmetros da gestão de estoques sendo implementadas. Isso pode ser feito medindo desde quando é feito um pedido ao fornecedor e quando ele é entregue. Além disso, é importante conhecer os principais tipos de Lead Time:

  1. Lead time de requisição – Data da colocação do pedido até data de abertura da requisição;
  2. Lead time do fornecedor – Data de recebimento do pedido até data de colocação do pedido;
  3. Lead time de análise – Data de liberação do pedido até data de recebimento do pedido.

 Incerteza da quantidade recebida

Aqui o principal problema afeta a entrega menor que o solicitado. Em alguns casos, a quantidade não é suficiente para suprir a demanda. Ao escolher o fornecedor da materia-prima ou insumo necessário, é importante buscar saber sobre seu processo produtivo para perceber se há muita reprovação pelo setor de qualidade, o que pode gerar incerteza de lotes completos.

Dimensionamento do estoque de segurança

Fonte: wikipedia.org

Fonte: wikipedia.org

Com o histórico dos entraves ao se manter um estoque seguro, agora fica mais fácil dimensioná-lo. Cálculos estatíisticos serão usados para fundamentar o dimensionamento, como média, desvio padrão e nível de confiança, tudo para diminuir ao máximo as variações entre previsão e demanda

Um aspecto que não se pode esquecer é a Reposição de pedido (PR), que é uma medida de controle que deve ser acionada sempre que o estoque atingir níveis abaixo do recomendado, evitando desabastecimento.


Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap03

março 10, 2015

Custos Associados aos Estoques

Quero que você pense comigo: Tenho uma loja de departamentos, e somando todos os produtos que preciso comprar para repor o estoque, deu um total de 30 mil Reais. Como você classifica ao lançar esse dinheiro na contabilidade? Se você chamou de custo, você até acertou, mas, todo o custo deste estoque é apenas este? Se você não respondeu que não, precisa entender um pouco mais sobre os Fundamentos Básicos do Estoque.

Neste texto, trataremos dos Custos Associados aos Estoques e um pouco do risco que é negligenciar o principal detalhe, que é ASSOCIAR.

Usando o exemplo acima, um dos custos você já dispõe, e provavelmente a maioria das empresas nunca se esquecem de lançá-lo, que é o custo da aquisição da mercadoria. Fora ele, os custos associados ao estoque podem ser divididos em quatro categorias:

 

Fonte: masterbh.com.br

Fonte: masterbh.com.br

1. Custo de pedir – Quais os canais ou meios que você utiliza para fazer um pedido? Empresas que demandam enormes matérias-primas, por exemplo, preparam um verdadeiro batalhão de compradores para negociar os melhores preços. Outras empresas concentram todos os pedidos em determinado setor ou pessoa. Já pensou que este é um custo associado à mercadoria, um custo administrativo?

Fonte: iniciativajr.com.br

Fonte: iniciativajr.com.br

2. Custos de manter em estoque – São aqueles custos de deixar a mercadoria parada, os seguros associados a elas, se a mercadoria deteriora, torna-se obsoleta, ou até mesmo se ao invés de guardar mercadoria você pudesse usar esse dinheiro para outra coisa.  Vale expor as abordagens destes kpis.

  • A diferença entre valor e custo de estoque – É simples, quanto valeu a mercadoria? Este é o valor, que foi calculado somando tudo que compunha no escopo; já os custos devem ser calculados de modo que indiquem qual retorno daria para empresa do valor investido. Neste momento, observar taxas de mercado como SELIC podem servir de parâmetro ao custo.
  • As deficiências do monitoramento contábil – O momento econômico do país ilustra bem esta abordagem, quando auditorias não conseguem associar o físico com o contábil, principalmente às vésperas dos balanços, resultado, rombos enormes ao se fazer o inventário.
  • A necessidade de se ter mais de um indicador para se ter um indicador de qualidade – É simples, dizer que você tem 50 mil em estoque não quer dizer muita coisa. Isso é muito ou pouco? É preciso outro indicador para justificar, como por exemplo se esse estoque dá para demanda de 30 dias ou seis meses.

3. Custo total – Se você somar os dois custos acima você obtém o custo total, ou seja, seu lançamento contábil deve existir o custo de pedir e o custo de manter o estoque.

Fonte: gestaodeestoquesago.blogspot.com

Fonte: gestaodeestoquesago.blogspot.com

4. Custo associado à falta de estoque – Muitas empresas perdem verdadeiras fortunas e não se dão conta. Faltar insumo, matéria-prima ou mesmo deixar de fazer um serviço por falta de estoque de determinada peça eleva e muito os custos. Quer um exemplo prático? Imagina em alto verão, faltar itens básicos encontrados em qualquer loja de oportunidades, como roupas de verão, bebidas geladas, óculos de sol, bronzeadores etc. Se isso já aconteceu com sua empresa, você já calculou quanto isto te custou?

O ideal é criar indicadores dos níveis de serviços, para medir os resultados da gestão de estoques focando na disponibilidade de produtos. Os indicadores podem ser:

  • Indicador de custo de falta, que pode medir tanto custo quanto nível de serviço
  • Indicador de monitoramento de disponibilidade – que pode medir tanto pela visão do cliente quanto do produto.

 

Vamos concordar numa coisa, pior que pensar nos custos, é imaginar que seu cliente quer comprar, mas você não teve dessa vez para oferecer, dando a velha desculpa: “Está em falta!”.

Se quiser ver um texto sobre CURVA ABC é só clicar.


Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap02

março 9, 2015

5 políticas gerais para uma eficaz Gestão de estoque

Sabe aquelas super empresas que você admirou no passado e de repente, ‘do nada’ elas sumiram do mapa? E as empresas que se destacaram, quando estudadas, viu-se que grande parte do fracasso ou sucesso foi uma má ou boa Gestão em seus estoques. Neste primeiro artigo falaremos sobre os princípios básicos da Gestão de Estoques.

Fonte: Portaldoconsumidor.gov.br

Fonte: Portaldoconsumidor.gov.br

 

Conscientização da Gestão de Estoques.

Gestão de estoques não é controlar estoques. Ao manter grandes estoques, às vezes apenas para ganhar vendas, pode-se causar sérios riscos à empresa como:

  1. Alto custo de manutenção de estoques
  2. Falta de tempo de resposta do mercado
  3. Risco do inventário se tornar obsoleto.

Não se pode pensar também que a natureza do estoque é apenas Matéria-prima, mesmo sendo ela uma das que mais pesam nos custos, mas podem ser ainda:

  1. Administrativos – que auxiliam o trabalho como canetas, papéis etc.;
  2. Manutenção ou reposição – que servem de apoio ao trabalho, como ferramentas, utensílios etc.;
  3. Matéria-prima – diretamente ligado à atividade da empresa.
Fonte: epocanegocios.globo.com

Fonte: epocanegocios.globo.com

No passado, estoque bom era estoque cheio, mas parece que este mito foi derrubado por ter se tornado verdadeiro vilão dos custos, além de não ser garantia de vendas ou produção, visto que sempre faltava/falta aquele componente para fechar um lote.

Uma nova abordagem tem se dado para a Gestão de estoques. Segundo os pesquisadores da área, “Gerenciar estoques significa ter um conhecimento amplo das necessidades da empresa” e o simples fato de parar o estoque na prateleira, já configura custo, ou muito dinheiro parado esperando que alguém “consuma”aquele estoque.

Fonte: tsestoque.com.br

Fonte: tsestoque.com.br

 

Para dar uma ajudinha, caso esteja com pressa em como planejar uma eficiente Gestão do seu estoque, pergunte-se se sua empresa dispõe dessas 5 políticas gerais de estoque:

 

  1. Metas da empresa para atendimento ao cliente – Tanto faz se produto ou serviço, ambos devem ser definidos, de modo que haja interação com o estoque
  2. Definir rotatividade para seus estoques – Muitas técnicas são usadas aqui, mas talvez as mais conhecidas sejam:
    • PEPS – O primeiro item a entrar, deve ser o primeiro a sair;
    • UEPS – O último item a entrar, deve ser o primeiro a sair;
    • Custo Médio – O item a ser retirado do estoque, deve ser aquele que apresenta melhor relação de custo médio, muitas vezes usado para atender a legislação brasileira
  3. Definir espaço físico e material a estocar – Parece ser tarefa simples, mas não é. Se seu estoque se resume a uma sala de 1m² talvez seu problema seja em conseguir pôr tudo que precisa dentro dele, mas, se o seu caso é distribuir para vários clientes – interno ou externo – você pode precisar de um Centro de Distribuição, Galpão, um site etc.
  4. Quanto estocar – Aqui define se sua empresa pode estar perdendo receita ou não, mesmo que as vendas estejam satisfatórias, as variações da demanda impactam diretamente no estoque parado.
  5. Ponto de equilíbrio – um trade off constante para os Gestores de Estoque: Compro antes para não faltar ou compro muito e barganho desconto?

Além disso, é importante conhecer o Capital Investido, estoque existente, custo incorrido e Demanda (consumo).


Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap01

fevereiro 23, 2015

6 dicas para um fazer um Planejamento Estratégico – Minha empresa precisa?

Você pode ter se perguntado muitas vezes o que é um Planejamento Estratégico. Pode também ter se perguntado se a sua empresa realmente precisa de um PE, ou talvez, já saiba o que é e talvez já saiba que precisa, mas sua equipe pode não estar preparada para começar um PE. Se algumas dessas perguntas ou respostas te perseguem, você não pode perder essa super dica.

O Planejamento Estratégico é uma ferramenta de plano de Gestão, que planeja o futuro de sua empresa, aprendendo a observar a conjuntura onde sua empresa está inserida e os possíveis cenários que virão, e traçar planos para vencer os obstáculos e fortalecer a empresa como um todo através de seis princípios básicos:

  1. Análise OT – Observa todo cenário futuro, externo à sua empresa (governo, taxas, inflação, concorrência, tecnologia, etc.) que possam interferir na sua empresa, mesmo que você nada possa fazer pra impedir, mas que podem servir de oportunidades ou ameaças, atuais ou futuras;

    Fonte: tnooz.com

    Fonte: tnooz.com

  2. Análise do poder de Barganha – Baseado no processo conhecido pelas 5 forças de Porter (Michael Porter), que compara sua empresa com o poder de barganha dos FORNECEDORES, CLIENTES, NOVOS ENTRANTES, PRODUTOS SUBSTITUTOS, E RIVALIDADE ENTRE INDUSTRIAS, e como isso afeta o seu negócio;

    Fonte: blog.mbasecasmp.com

    Fonte: blog.mbasecasmp.com

  3. Fatores Críticos de Sucesso – FCS: Quais fatores, se afetados, abalam a estrutura de sua empresa? Ao avaliar cada fator, sua empresa começa a se preparar para o mercado competitivo;

    Fonte: dextera.com.br

    Fonte: dextera.com.br

  4. Análise SWOT (FOFA): Chegou a hora de entender de fato como está sua empresa. Ela tem algo de muito bom? (FORÇAS); e o que pode fazer de melhor? (OPORTUNIDADES); O que está muito ruim e precisa ser melhorado? (FRAQUEZAS); Quais pontos (AMEAÇAS) você não pode perder de vista, para que seu negócio não afunde? Se sua empresa souber isso (quase todos), está no caminho de sucesso.

    Fonte: Pt.wikipedia.org

    Fonte: Pt.wikipedia.org

  5. Plano de Ação: Muitas ferramentas podem ser usadas aqui. Escolhi uma que facilita, e muito, sua capacidade de gerenciar os caminhos que percorrerá para combater ameaças ou maximizar seu negócio. 5W2H – termo em inglês que traduzindo para o português, define o que será feito (WHAT), por que será feito (WHY), onde será feito (WHERE), quando será feito (WHEN), por quem será feito (WHO), como será feito (HOW) e quanto custará fazer isso (HOW MUCH).

    Fonte: magaldinlog.com.br

    Fonte: magaldinlog.com.br

  6. Balanced Score Card – BSC: Por fim, o ponto de controle total dos indicadores, o BSC. Com ele sua empresa avalia quatro óticas diferentes de KPI’s (indicadores) o APRENDIZADO de sua equipe, os PROCESSOS INTERNOS, o CLIENTE e as FINANÇAS, de modo que sirva para um novo PE futuro.

    Fonte: deltapartners.ca

    Fonte: deltapartners.ca

 

Gostou? Deixe seus comentários e sugestões abaixo.

Referências: http://editora.fgv.br/ebooks, http://www.estudantesdeadm.com,