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Consultoria Estratégica & Outsourcing

CEO Grupo Consultoria

março 16, 2015

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Estoque de segurança

Agora que sabemos que parar uma mercadoria na prateleira do estoque pode-se causar grandes custos, vale a pena considerar o contrário: A falta que este produto fará para minha empresa quando faltar. Mas, como fazer então para nem deixar muito produto parado, esperando alguém comprar, ou, ter estoques suficientes para evitar faltas e conseguentemente futuras perdas de faturamento.

E aí que entra a previsão de demandas e todas as incertezas que a acompanham, mas que servem de base para termos um estoque de segurança para futuras falhas no processo de abastecimento, independente de quem seja a culpa pela falha, porém, é importante mensurar os níveis de incerteza no processo logístico:

  1. Quais são os problemas para avaliar e montar um estoque de segurança?
  2. É usada alguma técnica ou método para mensurar como obter um estoque de segurança?
  3. A empresa considera quais são as incertezas ao dimensionar o estoque de segurança?

Incerteza versus Estoque de Segurança:

Muitas vezes o estoque sofre variação falta/sobra pela incerteza no abastecimento. Pode ter sido pelo falha na previsão de demanda ou até mesmo porque o fornecedor por algum motivo atrasou um de seus pedidos, aí, a maioria das empresas resolve antecipar seus pedidos e uma avalanche de notas de abastecimentos chegam ao mesmo tempo, amontoando os estoques, gerando custos.

Para se ter ùm maior controle dos custos de estoque e entender melhor as políticas de abastecimento, é importante mapear todo o processo logístico, desde quando o cliente solicita, passando pela produção e entrega, desde modo os kpis serão definidos de forma adequada.

Previsão de incertezas da Demanda

Não podemos nos enganar: É inevitável a diferença que haverá entre previsão e o que realmente será necessário. O que precisamos encontrar é o meio de minimizar essa diferença, de modo que os custos sejam menores e as sobras/faltas também. Uma forma de calcular essa incerteza é através da do indicador de razão da previsão (RP), onde resultados menor que 1, mostra que a demanda é menor que a previsão e, valores maiores que 1 , mostra que a demanda foi maior que a previsão.

Com essas análises a longo prazo, podemos ter mais acertividade ao prever uma nova demanda e contrabalancear um estoque de segurança.

RP

 Incerteza do Lead Time

Fonte: Cleintonlog.blogspot.com

Fonte: Cleintonlog.blogspot.com

Há vários fatores que podem justificar a falta ou atraso nos ressuprimentos, mas sinalizaremos três:

  • Quebra de máquinas
  • Greve nos setores de transportes
  • Falta de estoques no fornecedor

O ideal é avaliar com que frequência isso acontece para que os parâmetros da gestão de estoques sendo implementadas. Isso pode ser feito medindo desde quando é feito um pedido ao fornecedor e quando ele é entregue. Além disso, é importante conhecer os principais tipos de Lead Time:

  1. Lead time de requisição – Data da colocação do pedido até data de abertura da requisição;
  2. Lead time do fornecedor – Data de recebimento do pedido até data de colocação do pedido;
  3. Lead time de análise – Data de liberação do pedido até data de recebimento do pedido.

 Incerteza da quantidade recebida

Aqui o principal problema afeta a entrega menor que o solicitado. Em alguns casos, a quantidade não é suficiente para suprir a demanda. Ao escolher o fornecedor da materia-prima ou insumo necessário, é importante buscar saber sobre seu processo produtivo para perceber se há muita reprovação pelo setor de qualidade, o que pode gerar incerteza de lotes completos.

Dimensionamento do estoque de segurança

Fonte: wikipedia.org

Fonte: wikipedia.org

Com o histórico dos entraves ao se manter um estoque seguro, agora fica mais fácil dimensioná-lo. Cálculos estatíisticos serão usados para fundamentar o dimensionamento, como média, desvio padrão e nível de confiança, tudo para diminuir ao máximo as variações entre previsão e demanda

Um aspecto que não se pode esquecer é a Reposição de pedido (PR), que é uma medida de controle que deve ser acionada sempre que o estoque atingir níveis abaixo do recomendado, evitando desabastecimento.


Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap03

março 10, 2015

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custos de estoques

Custos Associados aos Estoques

Quero que você pense comigo: Tenho uma loja de departamentos, e somando todos os produtos que preciso comprar para repor o estoque, deu um total de 30 mil Reais. Como você classifica ao lançar esse dinheiro na contabilidade? Se você chamou de custo, você até acertou, mas, todo o custo deste estoque é apenas este? Se você não respondeu que não, precisa entender um pouco mais sobre os Fundamentos Básicos do Estoque.

Neste texto, trataremos dos Custos Associados aos Estoques e um pouco do risco que é negligenciar o principal detalhe, que é ASSOCIAR.

Usando o exemplo acima, um dos custos você já dispõe, e provavelmente a maioria das empresas nunca se esquecem de lançá-lo, que é o custo da aquisição da mercadoria. Fora ele, os custos associados ao estoque podem ser divididos em quatro categorias:

 

Fonte: masterbh.com.br

Fonte: masterbh.com.br

1. Custo de pedir – Quais os canais ou meios que você utiliza para fazer um pedido? Empresas que demandam enormes matérias-primas, por exemplo, preparam um verdadeiro batalhão de compradores para negociar os melhores preços. Outras empresas concentram todos os pedidos em determinado setor ou pessoa. Já pensou que este é um custo associado à mercadoria, um custo administrativo?

Fonte: iniciativajr.com.br

Fonte: iniciativajr.com.br

2. Custos de manter em estoque – São aqueles custos de deixar a mercadoria parada, os seguros associados a elas, se a mercadoria deteriora, torna-se obsoleta, ou até mesmo se ao invés de guardar mercadoria você pudesse usar esse dinheiro para outra coisa.  Vale expor as abordagens destes kpis.

  • A diferença entre valor e custo de estoque – É simples, quanto valeu a mercadoria? Este é o valor, que foi calculado somando tudo que compunha no escopo; já os custos devem ser calculados de modo que indiquem qual retorno daria para empresa do valor investido. Neste momento, observar taxas de mercado como SELIC podem servir de parâmetro ao custo.
  • As deficiências do monitoramento contábil – O momento econômico do país ilustra bem esta abordagem, quando auditorias não conseguem associar o físico com o contábil, principalmente às vésperas dos balanços, resultado, rombos enormes ao se fazer o inventário.
  • A necessidade de se ter mais de um indicador para se ter um indicador de qualidade – É simples, dizer que você tem 50 mil em estoque não quer dizer muita coisa. Isso é muito ou pouco? É preciso outro indicador para justificar, como por exemplo se esse estoque dá para demanda de 30 dias ou seis meses.

3. Custo total – Se você somar os dois custos acima você obtém o custo total, ou seja, seu lançamento contábil deve existir o custo de pedir e o custo de manter o estoque.

Fonte: gestaodeestoquesago.blogspot.com

Fonte: gestaodeestoquesago.blogspot.com

4. Custo associado à falta de estoque – Muitas empresas perdem verdadeiras fortunas e não se dão conta. Faltar insumo, matéria-prima ou mesmo deixar de fazer um serviço por falta de estoque de determinada peça eleva e muito os custos. Quer um exemplo prático? Imagina em alto verão, faltar itens básicos encontrados em qualquer loja de oportunidades, como roupas de verão, bebidas geladas, óculos de sol, bronzeadores etc. Se isso já aconteceu com sua empresa, você já calculou quanto isto te custou?

O ideal é criar indicadores dos níveis de serviços, para medir os resultados da gestão de estoques focando na disponibilidade de produtos. Os indicadores podem ser:

  • Indicador de custo de falta, que pode medir tanto custo quanto nível de serviço
  • Indicador de monitoramento de disponibilidade – que pode medir tanto pela visão do cliente quanto do produto.

 

Vamos concordar numa coisa, pior que pensar nos custos, é imaginar que seu cliente quer comprar, mas você não teve dessa vez para oferecer, dando a velha desculpa: “Está em falta!”.

Se quiser ver um texto sobre CURVA ABC é só clicar.


Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap02

março 10, 2015

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Curva ABC na prática do Gerenciamento de Estoques

A curva ABC é uma técnica usada em gerenciamento de estoques quando se precisa analisar uma variedade de produtos que possuem diferentes níveis de significância e que precisam ser controlados ou manipulados de forma diferente.

O princípio por trás desta análise é o Princípio de Pareto, também conhecido como Regra 80/20, que significa que poucos (20%) são vitais e muitos (80%) são triviais. Este princípio tem sido aplicado em diversas áreas e, quando se refere à gestão dos estoques, significa que poucos itens representam 80% do valor do inventário.

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Fonte: orplan.com.br

Como esta curva é gerada?

Para gerar a curva é preciso recolher os dados. O mais utilizado é o gasto anual por item, que pode incluir ou não os custos de manutenção e de pedido. Em seguida, os itens são organizados em ordem decrescente de impacto: dos que custam mais aos que custam menos.

Usando uma tabela no Excel, o impacto acumulado é calculado e então o estoque é dividido em classes.


Categoria A:
geralmente representa 15-20% dos itens, porém representa 80% do valor do estoque. Dando a devida atenção a estes produtos e procurando sempre sua otimização, é possível minimizar o aumento dos custos do estoque.Assim, ao aplicar este princípio e gerar a curva, teremos três classificações:

Categoria B: representa 30-35% dos itens em estoque e em média 15% do valor. Estes produtos podem ser gerenciados em estoque periódico e um sistema de inventário formal pode ser usado.

Categoria C: representa 50% dos itens, mas somente 5% do valor total. Muitas organizações podem usar um processo relativamente mais simples em torno desses itens.

A partir da classificação ABC inicia-se então a análise. O objetivo é encontrar áreas onde possa ocorrer renegociação de contratos, consolidação de fornecedores, mudança de metodologia ou estratégica sourcing, entre outros. Tudo isso podem proporcionar uma economia significativa ou garantir em estoque a disponibilidade dos itens de volume alto. De forma geral, esta análise pode levar a mudanças simples que podem trazer grandes benefícios e redução de custos a curto e médio prazo.

repost blog da Engenharia: http://blogdaengenharia.com/curva-abc-na-pratica-gerenciamento-de-estoques/

Referências:

BusinessDictionary, Purchasing Procurement Center.com, Management.about

março 9, 2015

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5 políticas gerais para uma eficaz Gestão de estoque

Sabe aquelas super empresas que você admirou no passado e de repente, ‘do nada’ elas sumiram do mapa? E as empresas que se destacaram, quando estudadas, viu-se que grande parte do fracasso ou sucesso foi uma má ou boa Gestão em seus estoques. Neste primeiro artigo falaremos sobre os princípios básicos da Gestão de Estoques.

Fonte: Portaldoconsumidor.gov.br

Fonte: Portaldoconsumidor.gov.br

 

Conscientização da Gestão de Estoques.

Gestão de estoques não é controlar estoques. Ao manter grandes estoques, às vezes apenas para ganhar vendas, pode-se causar sérios riscos à empresa como:

  1. Alto custo de manutenção de estoques
  2. Falta de tempo de resposta do mercado
  3. Risco do inventário se tornar obsoleto.

Não se pode pensar também que a natureza do estoque é apenas Matéria-prima, mesmo sendo ela uma das que mais pesam nos custos, mas podem ser ainda:

  1. Administrativos – que auxiliam o trabalho como canetas, papéis etc.;
  2. Manutenção ou reposição – que servem de apoio ao trabalho, como ferramentas, utensílios etc.;
  3. Matéria-prima – diretamente ligado à atividade da empresa.
Fonte: epocanegocios.globo.com

Fonte: epocanegocios.globo.com

No passado, estoque bom era estoque cheio, mas parece que este mito foi derrubado por ter se tornado verdadeiro vilão dos custos, além de não ser garantia de vendas ou produção, visto que sempre faltava/falta aquele componente para fechar um lote.

Uma nova abordagem tem se dado para a Gestão de estoques. Segundo os pesquisadores da área, “Gerenciar estoques significa ter um conhecimento amplo das necessidades da empresa” e o simples fato de parar o estoque na prateleira, já configura custo, ou muito dinheiro parado esperando que alguém “consuma”aquele estoque.

Fonte: tsestoque.com.br

Fonte: tsestoque.com.br

 

Para dar uma ajudinha, caso esteja com pressa em como planejar uma eficiente Gestão do seu estoque, pergunte-se se sua empresa dispõe dessas 5 políticas gerais de estoque:

 

  1. Metas da empresa para atendimento ao cliente – Tanto faz se produto ou serviço, ambos devem ser definidos, de modo que haja interação com o estoque
  2. Definir rotatividade para seus estoques – Muitas técnicas são usadas aqui, mas talvez as mais conhecidas sejam:
    • PEPS – O primeiro item a entrar, deve ser o primeiro a sair;
    • UEPS – O último item a entrar, deve ser o primeiro a sair;
    • Custo Médio – O item a ser retirado do estoque, deve ser aquele que apresenta melhor relação de custo médio, muitas vezes usado para atender a legislação brasileira
  3. Definir espaço físico e material a estocar – Parece ser tarefa simples, mas não é. Se seu estoque se resume a uma sala de 1m² talvez seu problema seja em conseguir pôr tudo que precisa dentro dele, mas, se o seu caso é distribuir para vários clientes – interno ou externo – você pode precisar de um Centro de Distribuição, Galpão, um site etc.
  4. Quanto estocar – Aqui define se sua empresa pode estar perdendo receita ou não, mesmo que as vendas estejam satisfatórias, as variações da demanda impactam diretamente no estoque parado.
  5. Ponto de equilíbrio – um trade off constante para os Gestores de Estoque: Compro antes para não faltar ou compro muito e barganho desconto?

Além disso, é importante conhecer o Capital Investido, estoque existente, custo incorrido e Demanda (consumo).


Fonte: Gestão de estoques – ação e monitoramento na cadeia de logística integrada, MOURA, Cássia, RJ, Ed. Ciência Moderna, 2004.

#SérieGestãoDeEstoques #Cap01

março 5, 2015

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Fonte: blog.viatreina.com

O que são Belts?

A formação de um Belt visa resolver os problemas crônicos da empresa – aquelas para os quais ninguém consegue encontrar uma solução e não estão alinhados ao objetivo e desenvolvimento das organizações.

Para isso, os Belt’s precisam ter algumas características fundamentais:

Raciocínio crítico, perguntar, perguntar e perguntar. Essa é a principal forma de levantar o maior número possível de informações sobre o problema e transformá-los em conhecimento.

Habilidades técnicas, incluem experiência em áreas específicas, (Informática, Dinâmica de Apresentação, Domínio de Estatística e Conhecimento do Processo. A combinação dessas habilidades permite analisar profundamente o problema e encontrar as soluções ideais.

Habilidades de relacionamento, o Belt deve saber se comunicar, trabalhar bem em equipe, ter capacidade de liderar, motivar e envolver outros profissionais. Precisa também saber, quando necessário, transmitir conhecimentos técnicos para pessoas que não têm a mesma formação que ele.

A classificação por faixas de treinamentos:

White ou Yellow Belt:

white

Fonte: blog.viatreina.com.br

yellow

Fonte: blog.viatreina.com.br

 

Capacitação Inicial :

  1. Iniciação no uso de ferramentas e metodologias de análise
  2. Forte foco operacional nas etapas do (DMAIC) para consolidar as melhorias
  3. Envolvimentos em times de melhorias gerais e redução de perdas
  4. Incentivos e reconhecimento aos participantes das equipes
  5. Foco na Identificação de talentos

Green Belt:

 

Fonte: shutterschock.com

Fonte: shutterschock.com

Capacitação Intermediária: 

  • Execução de projetos de maior complexidade dentro da sua área de atuação
  • Uso de ferramentas estatísticas e metodologia para solução de problemas
  • Identificação de futuros Líderes (aumento do nível de exposição)

Black Belt

Fonte: myfamilymartialarts.com

Fonte: myfamilymartialarts.com

Capacitação Avançada:

  • Projetos mais complexos e com reflexo diretos na estratégia
  • Habilidades de relacionamento e negociação
  • Habilidades para execução de projetos com conflitos entre áreas

Master Black Belt:

Fonte: insecureid.com

Fonte: insecureid.com

Capacitação  para apoio e suporte:

São profissionais que atuam em tempo integral como mentores dos Black e Green Belts e que assessoram a alta liderança. 

Fonte: http://blog.viatreina.com.br/o-que-sao-belts/

Autor: Francisco Costa – Master Black Belts

março 4, 2015

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Fonte: www.caletec.com

Seis Sigma, o que é?

Seis Sigma, o que é? É o processo estável com 3,4 defeitos por milhão

É uma métrica de Metodologia da Gestão da Qualidade de 1 a 6 Sigma que admite que na escala máxima do 6 sigma qualquer processo estável possua apenas 3,4 defeitos por milhão de oportunidades, é como por exemplo faltar energia elétrica durante 1 hora a cada 34 anos.

Fonte: advanceconsultoria.com

Fonte: advanceconsultoria.com

 

O Programa 6 Sigma que é implantado nas organizações tem o objetivo de fazer com que as Empresas ofereçam produtos de qualidade de referência para o mercado buscando ao mesmo tempo o zero defeito e ausência de variações ao longo do tempo,  garantindo a satisfação dos clientes e processos mais estáveis.

O programa 6 Sigma foi criado na Motorola em 1987 com foco redução de defeitos na manufatura, Apoiados pela Six Sigma Academy e Ph.D. Mikel Harry foi estruturada uma Metodologia para resolução de problemas que utilizou as ferramentas clássicas da qualidade e como inovação trouxe também a Estatística avançada para análise, solução e decisão sobe problemas de manufatura.

Fonte: claseejecutiva.cl

Fonte: claseejecutiva.cl

Porém grande parcela do “boom” do Seis Sigma deve-se a sua implantação na GE – General Electric – liderada Ex-CEO Jack Welch que conseguiu por durante mais de 20 anos lucros anuais na casa de 2 dígitos percentuais.

Fonte: carlosirizarry.com

Fonte: carlosirizarry.com

Outro Ex-CEO que utilizou o seis Sigma como ferramenta de Gestão para alavancar resultados foi Larry Bossidy, que presidiu a Honeywell e através do seu Best Seller “Execução” em parceria com Ram Charam conta em detalhes os passos para implantação eficaz de Gestão de resultados.

O Seis Sigma que tem como principal característica a condução de projetos sem investimentos alinhados aos objetivos e estratégias da organização com forte vínculo ao retorno financeiro.

Fonte: Castlequality.com

Fonte: Castlequality.com

No Brasil além das grandes organizações como Petrobrás, Braskem, AMBEV, Itaú, Whirlpool, Nestlé e Votorantim a maior parte das Empresas utiliza o seis sigma no seu sistema de Gestão integrado como principal ferramenta para melhoria dos processos, aumento da rentabilidade e descoberta de novos talentos.

Fonte: http://blog.viatreina.com.br/o-que-e-seis-sigma/#more-16

Autor: Francisco Costa – Master Black Belts